Luísa DalArtesa

Luísa DalArtesa
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Thursday, January 13, 2011

Chuvas de 2011

Se o Homem não tivesse acabado com a sua Terra, aos poucos, com o seu Grande Lar, o seu maravilhoso meio ambiente...Se não tivesse prejudicado irreversívelmente a Criação, ainda hoje, as chuvas seriam o que sempre foram... cor, brilho, poesia...

Nunca na História da Humanidade a natureza mostrou tanto rancor como agora: terremotos, tsunamis, avalanches, chuvas devastadoras...

A minha querida chuva seria apenas para tornar verde aquilo que já ressecou, reviver aquilo que murchou, manter os nossos níveis de água, manter a irrigação sadia que durante anos significou a vida e o alimento dos seres humanos e dos animais.

Hoje, me entristece ver, que uma das coisas que eu mais apreciava, estando debaixo dela ou a assistindo pela janela de onde eu morasse, a chuva, parece mostrar aos que desafiaram a natureza, que ela não aguenta mais...o mundo está sendo julgado...e não há bobagem nisto. A natureza julga o homem, devolvendo à ele todo o mal que lhe lançou.

Não há o que fazer para detê-la, mas podemos esperar que Deus preserve aqueles que realmente são, que foram, de fato inocentes...E que a dor dos que estão sendo afetados, não passe em branco...que a consciência desta gente que não teve bom senso, afetou nosso ar, a nossa água e a nossa terra, que foram buscar no espaço o que jamais deveriam ter buscado, com tanta coisa o que fazer aqui na Terra...que acabou com a saúde também dos nossos animais, que esta seja a dor maior, a condenação por si mesmo do que Deus já sentenciou.

Que o clamor dos inocentes gritem à Deus desde o solo, como um dia reclamou por justiça, o sangue de Abel. O que mais é preciso para o homem, o poder, o comércio, para todos se conscientizarem destas e de tantas outras coisas??

Fico triste de assistir a estas coisas hoje, porque passei grande parte de minha vida em ilhas, e sei o que é a natureza, conheço a sua beleza e a sua força.


'De guarda chuva-vermelho'

'Plataforma'

'Compras na chuva'


'Voltando do shopping de guarda-chuva vermelho'

'Todos são iguais na chuva'


'Meninos na garoa'


'Lady in red going to home'

'Chuva Amarela'


'Sob o farol dos carros'

'Companhia na chuva'


'Cidade em espelho d'água'

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