Luísa DalArtesa

Luísa DalArtesa
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Wednesday, July 13, 2011

A delicadeza das gueixas...E esclarecendo um equívoco a respeito delas


 Quando eu era menina, tinha cabelos muito escuros e  lisos, e olhos puxados e pele muito branca, que, claro, os tenho até hoje...naquela época não era nada raro alguém me perguntar se eu tinha descendência japonesa, e eu ao que aprendi da própria família explicava que na minha árvore, haviam árabes, judeus, espanhóis e portugueses, e até franceses como o meu tataravô, Maximilien, a quem chamavam, aqui no Brasil de 'Memè'.

Minha primeira tentativa com pincéis foi uma gueixa...a partir daí elas vieram acompanhando as amapolas e as chuvas no meu trabalho. Já pintei e desenhei tantas que nem lembro. mas lembro bem do porque as pinto: pela delicadeza que estas mulheres demonstram.

Ao contrário de tudo o que falam das gueishas, elas não eram meras prostitutas. Este conceito é equivocado. Ser uma gueisha, é ser uma artista, uma mulher versada nas artes do canto, dança, teatro e literatura. São inteligentes e cultas. Na cerimônia do chá estão sempre presentes, atentas e organizadas, sempre com extrema delicadeza.

Não se deve confundir a verdade sobre as gueishas, como foi feito já anteriormente em filmes como 'Memórias de uma Gueisha' onde existe o conceito de oiran e mizuage, que não se aplicam à estas mulheres de atividade essencialmente cultural.

Este infeliz equívoco se deu durante a época da guerra, quando prostitutas de fato, se vestiam e se faziam passar por gueixas, para enganar e seduzir soldados estrangeiros.


'Midori no salão' 50X60

detalhe- Midori




'Exercício de beleza' _ detalhe tela 60X50
 

'Exercício de beleza' 60X50



Flor de Sakura - detalhe

Kanji _ bonito (a)

detalhe - olhos

 

Tuesday, July 12, 2011

Sunday, July 10, 2011

Para esquentar este inverno...


Esta receita saudável é deliciosa e foi exibida na TV Século 21 pela culinarista Renata Octaviani Martins.
Vale a pena fazer:

SOPA CREMOSA DE BATATA E BRÓCOLIS (Vegana)
Ingredientes:

3 batatas médias descascadas e picadas

1 pedaço de abóbora, equivalente a uma batata

Água suficiente pra cobrir

1/4 de xícara (chá) de xerém de castanha de caju (graúdo, pouco torrado, sem sal. Ou a castanha inteira)

1/4 xícara (chá) de aveia em flocos

1 xícara (chá) de água

1 colher (sopa) azeite

1/4 de cebola

2 xícaras (chá) de brócolis pré cozido

1 dente de alho

Manjericão fresco ou seco

Sal

Pimenta do reino

Noz moscada

Para decorar: croutons, brócolis e azeite

Modo de Fazer:

Cozinhe as batatas e a abóbora com a água até ficarem macias. Bata no liquidificador com o próprio caldo e reserve.

Faça um leite vegetal com a castanha de caju, aveia em flocos e água, deixando descansar uns 5 minutos e batendo de novo. Não é necessário coar. Reserve.

Refogue a cebola bem picada no azeite, até dourar. Acrescente brócolis bem picado, sal, pimenta e um pouco de manjericão, mexendo até o brócolis ficar macio. Acrescente um dente de alho pequeno, mexendo por mais um minuto. Acrescente o caldo de batatas e o leite vegetal.

Montagem: distribua a sopa quente em 4 pratos fundos. Regue com 1 fio de azeite e arrume alguns croutons no centro do prato, servindo imediatamente.

O menino que não come carne

'O garoto que não come carne'

No início deste mês, olhando uma destas bandejas de isopor em prateleira de açougue de supermercado, vi um garotinho, diante dela fazendo careta e dizendo: 'Eca! Eu não como isto...'

Eu como sempre, carioca metida, pergunto logo: '_Por quê?'

O molequinho responde que é nojento, tem sangue e fede...

Aí chega a mãe e diz..._Não há o que faça ele comer carne...já falei milhares de vezes que precisa, a proteína faz falta, etc...não adianta...ele é um prato sem bife...

Olho para ela, já disparando um '_Quem disse?' _ em referência à proteína _ e um 'Graças à Deus que ele não gosta! Devia seguir o exemplo de seu filho!' E aí, amigo(a)...o papo foi se estendendo até o balcão de cafeteria do Pão de Açúcar...e lá fui ensinando de onde retirar a tal aclamada proteína, que dizem que só a carne tem e as vantagens em termos de saúde, de se ser vegetariano...

Quando eu cheguei em casa, nas madrugadas criativas, imaginei o boi lá, de black-tie, cheio de elegância e poder, segurando um espetinho especial. Não eram de coração de galinha...mas de dedos...de todos os que o comem. Meio bizarro??

Bizarro é o que os humanos fazem com animais e o pior...quando alguém me diz, 'eu como porque já tá morto mesmo...'.

Aí, amigo(a) é mais papo pra entender que enquanto alguém disser isto e comer, a matança e seus métodos nojentos vão continuar...e a saúde deste ser humano vai deteriorar.

Como dito na propaganda...

É duro...desce um Dreher!



'Imagine o contrário!' _ 50X60 _ acrílica


Detalhe da obra _ 'Imagine o contrário!'